Maldita influenza parte II
Ora bem, domingo de dores no corpo e pingo no nariz, e oh fodasse, que estou constipada e em estado febril e perdi o termómetro e porque é que perdi o termómetro e eu respondo porque foi derivado a brincadeiras estúpidas como “quieres viar quiomo yo soy caliente” e que vai daí perdi o termómetro e a minha mãe ficou admirada como é que eu fui perder o termómetro e lá tive eu de me calar. E assim foi, perdi o termómetro mesmo estando em estado febril não confirmado, tenho a certeza que não estava grande coisa de saúde e lá pensei eu, genial como sempre, agora mando mas é dois xanaxes para o bucho e eu quero ver qual é a porcaria da gripezinha que aqui se aguenta. E assim foi, dois xanaxes para o bucho, e eu tenho quase a certeza que os Gato Fedorento tinham era nada para fazer um programa novo então toca de repetir, e catrapimba, repetiram uma data de sketches e eu acho que o programa havia de se chamar “Como-é-que-o-Ricardo-Araújo-Pereira-imita-os-políticos” e não Gato Fedorento. E depois estava eu ali no sofá, no vai não vai para a cama, a ver fotografias no telemóvel e à procura do telemóvel de trabalho, e quem me manda a mim apaixonar por um super herói, e eis que toca o meu telemóvel que é bonito e ouço dizer “Olha vens comigo a Santa Maria porque o Bruno partiu a cabeça”. E eu comecei a pensar nos xanaxes e aquilo já me estava a bater, e disse “tá bem, mas não vou eu a conduzir porque tomei xanaxes”. E ela disse-me está bem, eu conduzo, mas vem comigo. E sim senhora, mas afinal já não foi preciso ir, porque o Bruno é um rapazola muito forte e despachou-se logo, mas vou à farmácia a Sintra e nisto peço um antigripal forte e a senhora dá-me BEN-U-RON e cuidadinho para não tomar mais que um porque eu podia não aguentar porque era muto forte. E os xanaxes a pimba, ben-u-rons. 3.
Estou boa. Mas com saudades de ser conduzida.






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