Ora bem, depois de peripécias enormes, depois de muito suspiro que quase que me caiam os dentes, eis que, uma pessoa muito querida, muito especial, muito WUNDERBAR me diz “f*d*ss*, c*r*lh*, mais essa p*ta dessa conversa a ver se te calas f*d*ss*, toma lá quarenta euros, desaparece daqui.” E fui daqui com o meu veículo para aí a 200km/h para o Parque Tejo para ver os Interpol. Chego lá e ainda estão os Scissor Sisters. São bonzinhos eles. E o Jake deu uma dimensão nova ao meu conceito de p*neleiro.
Chegam os Interpol. Começam com música nova. Menos mal. A Obstacle #2. O Carlos D. com um fatinho à la 1875, um ar de p*tanheiro que valha-me deus. O Paul lindo (aliás era daquelas pessoas com quem eu me casaria num ápice) (tenho uma queda por louros). E depois tocam a Slow Hands, a PDA, e outras como Stella was a diver, NYC. Parecem estar contentes com o público. O público mais ou menos contentes com eles. As minhas expectativas eram muito muito altas e secalhar foi por isso que achei um concerto morninho com highlights como a Public Pervert e a Slow Hands.
Mas no princípio da Obstacle #2, o guitarrista manda um espalho em palco que eu nem sei como é que ele não partiu a bacia.

Edit: Onde está Obstacle #2 deverá ler-se Obstacle #1. Então pq não editais isto? É para as pessoas verem que soy modesta. Disléxica também.
Ah. Registei-me no apelidado Carlos Castro Indie. Benito. Só me falta registar-me no last.fm. Ui. Ui.