Eles não sabem, nem imaginam
que preciso de mim.
Nem sabem, nem imaginam, que me quero.
Nem sequer põem a hipótese de eu poder estar farta deles.
Mas estou.
Quero um dia só para mim. Um dia para me perder até ao Castelo, um dia para apanhar com areia na cara algures no Guincho, um dia cheio de pasteís de Belém, cheio de vento frio na cara.
Categories: coisas






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Eu adoro esses dias, e adoro sentir-me absolutamente incógnita, quando sou só eu e o mundo e o mundo não sabe de mim, nem eu dele.
Bem, despacha-te porque está a chegar a Primavera e depois acaba-se o vento frio e os pastéis de Belém ficam um horror com o calor.