Fernando Pessoa
Junho 13, 2008
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Se o poeta não tivesse tido uma cirrosezita, talvez ainda hoje estivesse vivo e faria 120 anos.
Se um homem escreve bem só quando está bêbado, dir-lhe-ei: embebede-se. E se ele me disser que o seu fígado sofre com isso respondo: o que é o seu fígado? É uma coisa morta que vive enquanto você vive, e os poemas que escrever vivem sem enquanto.
in Livro do Desassossego
Uma cirrosezita atravessou-se no caminho, mas os livros, as letras, as palavras vão viver milhões de anos.
“Nunca amamos alguém. Amamos, tão somente, a ideia que fazemos de alguém.”






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