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Archive for Março, 2009

Love you x one hundred

Março 29, 2009 lilystrange 1 comment

Esta vossa escriba encontra-se, mais uma vez, num severo desgosto amoroso resultado de mais uma das espectaculares façanhas do homem da sua vida. Por isso pediu-me para transcrever a seguinte nota:

Caros amigos,
amar será provavelmente a melhor coisa do mundo. Não ser amada será provavelmente a pior, que nos remexe as entranhas, que nos aterroriza, que nos faz ponderar o nosso lugar no mundo, que nos faz querer fugir desse mesmo mundo, da nossa própria vida.
O meu coração encontra-se, então, em manutenção como os elevadores dos prédios com 70 andares. De momento, sou obrigada a ir pelas escadas e vou subindo, andar a andar, e prometo esquecer este homem que não é meu, nem me quer, prometo deixar de o amar, prometo não olhar para ele quando ele me amar.
Enquanto subo o Empire State Building rumo à liberdade emocional, não contem com muitas actualizações deste meu canto. Agora só espero não me estatelar na 5th Avenue.

Yours truly,

L.

Fim de mensagem.

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o TWITTER precisa de amigos

o twitter é aquela coisa gira porque é aquela coisa cusca. agora está aqui ao lado. pumbas.

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Duude

Março 25, 2009 lilystrange 3 comments

A Sasha Grey, também conhecida como a protagonista do Sasha Grey’s Anatomy e vencedora do melhor cumshot, apareceu no vídeo da superchrist, que por acaso é o vídeo mais chato e ridiculo do mundo.

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Je suis desoléeeee

Março 24, 2009 lilystrange 3 comments

Porquê Billy, porquê????
Até que podíamos ter uma boa vida juntinhos, eu, tu e os nossos gatinhos na nossa casinha à beira lago.

and the embers never fade in my city by the lake

Felizes, eu a entrar na igreja vestida de branco Dior e tu no altar, à minha espera, com os teus vestidos que são bem bonitos. Teríamos filhinhos daqueles bonitos de olhos azuis. Eu, tu, os nossos gatinhos e filhinhos. E eu daria-te um pontapé de cada vez que tentavas fazer um novo Zeitgeist e o mundo ficaria, certamente, um local melhor para viver. Mas Billy, porque me trocaste pela actriz porno de 21 anos? Eu sei que deves estar com uma crise de meia idade agudíssima, mas Billy, eu teria paciência até porque tenho estado a ter um curso intensivo de como lidar com homens com a crise da meia idade. Tudo por ti, Billyzinho.

Olha para ti, Billy. Tu tens metade da idade da actriz (premiada, ganhou a melhor engolidela e tudo) (o óscar das actrizes) e por teres metade da idade dela vestes-te de forma extremamente ridicula de skater ou rapper ou o diabo que, Billy homem de Deus, mais me pareces um palhaço.

Mas tu não tens a culpa, Billy, de certeza que só a foste ajudar na avaria do carro.

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Robiie Williams má mén

Março 24, 2009 lilystrange 2 comments

É que ele deve estar contente com a seguinte notícia:

O ministério da Defesa britânico acabou neste domingo com o sigilo sobre os novos documentos nos seus arquivos sobre Ovnis (Objectos Voadores Não identificados).

Os Arquivos Nacionais autorizaram o acesso a sete casos ocorridos entre Novembro de 1987 e Abril de 1993 pelos serviços de inteligência do Ministério da Defesa (MoD), que incluem 1.200 observações de objectos voadores não identificados.

Os documentos incluem fotografias feitas a 4 de Agosto de 1990, que mostram um grande Ovni em forma de diamante, que teria sido visto durante quase 10 minutos antes de subir ao céu a grande velocidade.

Outro caso relatado ao MoD é o depoimento de uma mulher, feito a 20 de Novembro de 1989, que disse ter encontrado um extraterrestre que falava com “sotaque escandinavo”.

Os documentos estarão a disposição do público a partir de Abril no site http://www.nationalarchives.gov.uk/ufos.

Eu fico arrepiada é com a parte do extraterrestre com sotaque escandinavo. Serão os escandinavos extraterrestes? A verdade é que existem alguns do outro mundo:

ljunberg

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ahh

Março 22, 2009 lilystrange 1 comment

O meu momento optimista está a ser um bocado desastroso mas “assumi” um compromisso com a minha amiga Yashmeen de sermos muito felizes porque a vida é demasiado curta para lamentações e estou com medo que, se eu não cumprir a minha parte, ela ainda me aparece aqui e prega-me uma galheta.

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Benfiquista ferrenho

Com 6 milhões de benfiquistas, não é de admirar que o Lucílio Baptista também o seja.

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The Smashing Pumpkins are dead

Jimmy Chamberlin foi-se embora.

Pôrra, Jimmy, eu sei que aturar o Billy não deve ser a coisa mais linda do mundo, mas se era para isto, porque é que me mancharam a memória dos SP com o Zeitgeist?

Ora bolas

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ihihihi

Março 20, 2009 lilystrange 1 comment

lil

a minha nova web-image

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Eh pá

Março 18, 2009 lilystrange 1 comment

A nova música dos Placebo é muito bonita e parece ser solidária para com os gagos.

E falando em Placebo, nesta notícia acerca do M. Machado alguém cita Brian Molko.

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Pois

Março 17, 2009 lilystrange 2 comments

Por isso é que o meu primo pequeno me disse: “olha, que raio de nome é o teu???”

Não consta aqui

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Sobre a morte

Ontem, perdi a carteira com todos os meus cartões e documentos. Quero pedir-vos desculpas antecipadas por ter de voltar a escrever sobre a morte. Não é por mal. Não é porque queira perturbar-vos. Às vezes, perguntam-me se não tenho outro tema e chego a pensar que não. Perguntam-me se não me canso. Eu canso-me. Antes do verão, uma senhora disse-me: um escritor vê beleza nos lugares mais difíceis. Eu sorri, cobri a sua frase com silêncio e pensei: não é verdade.

Nesta semana que passou, na terça-feira, sentei-me no sofá da casa da minha irmã e estive a ver filmagens antigas. Metade das conversas eram: estás a filmar?, não me filmes, ela está a filmar?, não está a filmar, pois não? Depois, havia minutos longos em que esqueciam a máquina ligada e filmavam o chão: as pedras da rua, os passos mais lentos ou mais rápidos, a respiração. Está a filmar? Isto está a filmar? Havia partes em que estávamos todos juntos, todos mais novos. Entre nós, a falar connosco, a rir connosco, estavam os nossos mortos. A minha sobrinha, que agora se deprime e usa soutiens, era um bebé ao colo de um dos nossos mortos. Eu era um adolescente despenteado e desagradável, com um pullover de lã. A minha mãe raramente se sentava. Como nós, os nossos mortos perguntavam: ela não está a filmar, pois não? E ouvia-se a voz da minha irmã, atrás da máquina, a dizer: olhe para aqui, diga lá qualquer coisa.

Cada vez que participo num programa de televisão em directo, tenho vontade de me levantar e de, a completo despropósito, dar uma estalada no apresentador. Não tenho nenhuma espécie de aversão para com qualquer apresentador. Pelo contrário. Normalmente, são pessoas que sabem fazer muito mais expressões faciais do que aquelas que mostram. A corrente que me puxa é a curiosidade acerca daquilo que aconteceria depois. Fazem-me perguntas: quando começou a escrever?, porque escreve?, quais são os autores que mais o influenciaram? Eu respondo devagar, e, por detrás de cada palavra, sinto vontade de levantar-me, ter a completa percepção de todos os meus movimentos e dar-lhes uma estalada.

Houve um dia desta semana em que perguntei aos nossos mortos se podia ser insensato. Eles disseram logo que sim.

No domingo, quando já começava a anoitecer, passei por uma criança que estava à espera, sozinha, dentro de um carro. Era um rapaz de seis ou sete anos. Estava sentado, muito direito, no banco de trás, e brincava com os dedos. Temo não ser capaz de explicar a opressão que senti no peito. Num instante, fui levado para um passado de há trinta anos atrás. Lembrei-me de ser aquele exacto menino e de não saber se os meus pais voltavam. Posso ir também? Não, espera aí. Por favor, posso ir também? Não, espera aí. O tempo passa de maneira diferente para as crianças. Cinco minutos é muito tempo, dez minutos é muito tempo, meia hora nunca mais acaba. Eu olhei para esse rapaz de seis ou sete anos, mas creio que ele não me viu. Melhor assim. Eu não iria querer um estranho a olhar para mim enquanto me doía o medo de ficar sozinho para sempre.

Perguntei aos nossos mortos se podia chorar. Eles disseram que sim, podia chorar o quanto quisesse.

Chorei dentro do carro com seis ou sete anos e chorei fora do carro, trinta e quatro anos, atràs de uma árvore, ridiculamente, a fingir que atava um sapato.

Quero pedir-vos desculpa por ter chorado.

Nestes últimos dias, nesta semana, no supermercado e noutros lugares bem iluminados, tem-me acontecido estar a conversar com a minha mãe ou com a minha sobrinha e, de repente, reparo que estou a falar para uma pessoa qualquer que não conheço e que olha para mim muito admirada. A minha mãe ou a minha sobrinha ficaram lá atrás a ver qualquer coisa e eu fico muito envergonhado por estar a demonstrar tanta familiaridade para uma desconhecida que só de modo remoto poderia ser confundida com a minha mãe ou com a minha sobrinha. Uma vez, só reparei nesse engano quando já ia começar a zangar-me por não me responder. Noutra vez, só reparei quando já estava a abanar-lhe o braço para que visse algum objecto que me parecia importante e que, agora, já não me consigo lembrar do que era.

Durante esta semana, várias vezes, também perguntei aos nossos mortos se podia fechar os olhos. Eles disseram que sim, claro que sim. E pediram para não lhes fazer mais perguntas, disseram que a resposta será sempre sim.

Por José Luís Peixoto.

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Happy Birthday Billy Corgan

Março 17, 2009 lilystrange 2 comments

Face it, estás velho, rabugento, mas continuas a ser o maior.

Billy Corgan

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O romantismo

Eu chamo-lhe anjinho, ele chama-me texuguinho.

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Welcome the future president of the USA.

Que bonito. O fato não era à medida.

A gravata estava torcida.

Mas até que fica bem.

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02.05.2009

Março 11, 2009 lilystrange 2 comments

pj harvey + john parish

Classe.

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oh l’amour #2

No outro dia, o meu pai chegou a casa com algum álcool no sangue e disse à minha mãe que rezava todos dias para que ele morresse antes dela.

Existe, por exemplo, esta pequena felicidade, em que penso ao ponto de ficar, pelo menos, um bocadinho feliz só de pensar nela, que seria eu morrer antes do meu gatinho

Miguel Esteves Cardoso in O Cemitério de Raparigas


Existe este meu medo que me atormenta nos momentos mais solitários que é morrer antes do homem da minha vida.

E este é o blog optimista-wannabe.

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oh l’amour

E ontem ouvi dizer “estava feliz, mas com as crises dos meus amigos, comecei a ficar deprimida e tive de pedir para me distanciar”.

E hoje dei-lhe razão.

Não se trata de egoísmo. Custa-nos tanto ser felizes que por vezes falta-nos a coragem para ajudar nas crises dos outros.

E parece, isso sim, egoísta, dizer que estou feliz e de bem com a minha vida porque a pessoa que eu quero e adoro e “anda-cá-meu-menino-lindo” está do meu lado. Ao meu lado. Mesmo que nada tenha mudado, tenho a certeza que é a ele que eu quero, com todos os seus defeitos e virtudes. E sinto-me feliz por o aceitar, finalmente, com os seus defeitos.

É o pack.

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Quelle Surprise

Março 7, 2009 lilystrange 1 comment

A minha surpresa dos 100 mil é parca e inútil. A minha nova surpresa dos 100 mil não é inútil mas não deixa de ser parca.

daqui

E se alguém me ler, se alguém me quiser ler, que seja muito feliz. E que se sinta a pessoa mais extraordinária do mundo, todos os dias.

Se houve alguma coisa que aprendi nos últimos dias, além da parte do frete (ler abaixo) é que nós temos muito pouco tempo para ser felizes. E é nisto que acredito e quero acreditar.

A longa caminhada para o optimismo começa por aqui.

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Sobre o Amor. Parte ínfima de um pesadelo.

(daqui)

(daqui)

Nem te atrevas, nem sonhes, nem sequer que te passe pela cabeça, deixar-me.

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Sobre a vida

Uma das coisas que aprendi recentemente é que a vida é demasiado curta para andar a fazer fretes, a fazer coisas simplesmente para agradar aos outros e sem qualquer satisfação pessoal.

Imagem tirada daqui

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Surprise

afinal ainda não estava pronta mas está em andamento.

mas obrigada pelas 100 mil visitas. you rock. me too.

estou tão espirituosa hoje.

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Sobre o Horóscopo do Sr. Adrian Duncan

O Lacqua Project voltou e o Sr. Duncan também. Aqui: clicar aqui se faz favor que eu não consigo pôr isto direito.

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