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Archive for Abril, 2009

soundtrack do dia

here I feel I wish I could just see it
the love the hate the things that separate
forcing conscious to conscious every small attack
it takes a small man to notice but not to act up
confrontation complication needs a foundation
I’m calm baby, I’m calm

you were like a cloud (You know, I know)
yes you are a flower (Love is all you need)
then you were a lime (You know, I know)
now our love is so sour (Love is all we need)


(…)

When I saw what we had I gave it to everywhere, dear.
When you lost the nurses I found you a doctor, in me, in me..

Sond Seven – Interpol

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I shall be free

25 de Abril.

Há 35 anos libertou-se uma nação. Hoje procuro a minha própria libertação. Libertar-me do que sinto, dos limites de acções que o que sinto me impõe, libertar-me dele, não o querer mais, não sofrer por ele. Querer ser eu, só eu, mesmo sem que ele goste de mim.

Porque o pretenso amor é a escravatura da minha vida.

E eu sei bem que isto não faz sentido, mas deixai-me ser livre para o dizer.

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hey hey hey

Poderão vós perguntar, meus caros leitores, onde é que eu ando? E eu respondo, no Twitter. O homem da minha vida partiu-me o coração em cacos e nem os argentinos, que até são jeitosos, me agradaram. O homem da minha vida, esse pulha lindo,  andou para me arranjar a maior dor cardíaca que eu quase que juro ter sofrido um ataque cardíaco sem realmente o ter. Confundo-me muito com coisas que falamos, eu e ele, massada de lagosta pelo meio, vinho branco e fartamo-nos de falar e eu choro e ele diz não gostar de me ver assim e eu choro ainda mais comovida com tamanha sensibilidade e ele diz-me que gosta muitíssimo íssimo de mim e eu choro de raiva porque por ele é que choro e a massada de lagosta fica fria, as pessoas no restaurante olham e eu sou muito discreta mas as pessoas não são parvas. O homem da minha vida, esse filho da puta que eu queria ter ao meu lado até ao resto dos meus dias.

Oh well, por mais estranho que pareça, o meu poder de síntese está assim meio maria maluca e por isso tenho andado a passear no Twitter.É engraçado, you know, andar a lamber botas ao @Billy, e ele nem ai nem ui, nem responde, nem cospe nem nada. Estou chateada contigo, rrr-thru, Billy. E a Courtney Love que, tadinha, não escreve uma palavrinha direito. E depois decidi seguir todas as amigas do Billy que eu sou assim, e sigo o surprise, Aston Kutcher e de repente sinto-me no meio de Hollywood e sol e palmeiras, no meu trikini e WWWOOOOOOOOOOOOOOOOOWWWWWWWWWWWWWWWWW.

(coração partido nunca fez bem à cabeça de ninguém)

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lilystrange, is this you?

Abril 16, 2009 lilystrange 1 comment

Parece que voltei.

Mas tenho estado presente no Twitter (ali ao lado) e parece-me a mim que me está a afectar pois hoje a minha entidade patronal ofereceu-me um iphone (não foi toma lá um iphone, foi olha queres um iphone) e eu, que sou tão verdadeira e honesta e, benza-me deus, BURRRAAA, disse assim: “ah sim quero quero quero pulizzzeeeee que é para eu actualizar o twitter”.

e a minha entidade patronal mandou-me à merda.

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82. Encontrar o par perfeito para dançar um tango.

Abril 2, 2009 lilystrange 2 comments

Ora bem, eu não quero estar aqui a cantar de galo nem a ter expectativas, mas no sábado vou jantar com dois argentinos e nunca se sabe se o meu 82º desejo se concretiza ou não.

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Não é nada fácil. E é estar ao lado dele a pensar que estamos tão bem acompanhadas pelo homem da nossa vida
nosso melhor amigo de quem gostamos de uma forma diferente de se gostar de amigos. E é querer dormir agarradinha quando os amigos dormem de costas um para o outro. É querer dar beijos e os amigos dão beijos na cara. É querer ser tudo, querer dar tudo e só poder dar uma parte.

É fácil?

Treta.

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O dia das mentiras

o motivo pelo qual detesto o dia das mentiras é porque caio sempre em todas.

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it’s over

Abril 1, 2009 lilystrange 1 comment

Para o homem da minha vida, eu sou só a sua melhor amiga.

Tenho de viver com isso.

De aprender pelo menos.

(e agora está a dar o James Blunt na rádio e está-me a dar a vontade de chorar)

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