Poderão vós perguntar, meus caros leitores, onde é que eu ando? E eu respondo, no Twitter. O homem da minha vida partiu-me o coração em cacos e nem os argentinos, que até são jeitosos, me agradaram. O homem da minha vida, esse pulha lindo, andou para me arranjar a maior dor cardíaca que eu quase que juro ter sofrido um ataque cardíaco sem realmente o ter. Confundo-me muito com coisas que falamos, eu e ele, massada de lagosta pelo meio, vinho branco e fartamo-nos de falar e eu choro e ele diz não gostar de me ver assim e eu choro ainda mais comovida com tamanha sensibilidade e ele diz-me que gosta muitíssimo íssimo de mim e eu choro de raiva porque por ele é que choro e a massada de lagosta fica fria, as pessoas no restaurante olham e eu sou muito discreta mas as pessoas não são parvas. O homem da minha vida, esse filho da puta que eu queria ter ao meu lado até ao resto dos meus dias.
Oh well, por mais estranho que pareça, o meu poder de síntese está assim meio maria maluca e por isso tenho andado a passear no Twitter.É engraçado, you know, andar a lamber botas ao @Billy, e ele nem ai nem ui, nem responde, nem cospe nem nada. Estou chateada contigo, rrr-thru, Billy. E a Courtney Love que, tadinha, não escreve uma palavrinha direito. E depois decidi seguir todas as amigas do Billy que eu sou assim, e sigo o surprise, Aston Kutcher e de repente sinto-me no meio de Hollywood e sol e palmeiras, no meu trikini e WWWOOOOOOOOOOOOOOOOOWWWWWWWWWWWWWWWWW.
(coração partido nunca fez bem à cabeça de ninguém)