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Archive for Maio, 2009

All my pictures of you

Maio 29, 2009 lilystrange 2 comments

e por muito pouco breves instantes, é contigo que me apetece estar, partilhar o mesmo prato e o mesmo copo, e o medo, meu deus, o medo de sermos pequenos demais para algo tão grande ou grandes demais para algo tão pequeno.e por muito pouco breves instantes, quero ver-te dormir, ao pé de mim, conhecer o ritmo da tua respiração, descansar.

E por sempre, por todo o sempre, o medo de falhar. como sempre.

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A minha vida tem um novo alento

Maio 27, 2009 lilystrange 5 comments

desde que ando a tratar de umas coisas para casa de um actor muito conhecido e que eu já desejei sodomizar algumas vezes.

EDIT: acabou de me ligar, o fofo. Fosse eu outra e já estaria aqui esborrachada no chão a hiperventilar. Só fiz a dança do pézinho. E há gente que não percebe.

Categories: coisas

Eia pá

Maio 23, 2009 lilystrange 1 comment

Ontem a minha mãe ligou-me e disse “ih filha, a Manela e o advogado ainda vão andar à pancada na televisão” e eu pensei que não seria nada de extraordinário porque a Manela é uma pessoa muito exaltada e parva e o advogado também não me chama a atenção. Mas hoje vi o vídeo e disse “eishh” várias vezes e cá para mim faz falta quem diga realmente a verdade a quem a tem de ouvir, por isso apreciei, enormemente, o Sr. Bastonário da Ordem dos Advogados, o Dr. Marinho Pinto.

Categories: coisas

Como uma fénix que renasce das cinzas

Maio 23, 2009 lilystrange 2 comments

o raios parta do carro hoje pegou à primeira.

Categories: coisas

E eis que o Rolls-Royce parou

E vinha esta vossa escriba de um agradável jantar na Ericeira e começa a chover, a chover muito, pensando esta vossa escriba “oh diabo, se isto não é o dilúvio, o que será? Espero bem que o Noé esteja alerta para lançar a sua barca”. E esta vossa escriba entra na auto-estrada, relâmpagos para um lado, trovões para outro, e dei então a personalidade à mesma que se apodera do meu bólide quando conduz em Lisboa, a de asneirenta. E pensei “oh que f*dasse, tu queres ver que eu tenho de fazer a marcha a ré com esta tempestade do diabo e dormir na casa da minha amiga??”. E confesso que estava a ficar f*dida porque era raios e relâmpagos e tudo o que deita muita luz e vai-se a ver, já em terreno seco, que o meu radiola deixa de dar, o filha da p*ta. Já estava eu a pensar em devolver o radio a quem o comprei e dizer “toma lá essa m*rda que deixou de dar” e os the national nunca mais saíram das colunas do meu bólide extraordinário, e eu e ficar f*dida, a ficar f*dida, tu queres ver que este cabrão do raio me f*deu o rádio até que reparo, oh perspicácia, que as luzes do tablier estão a ficar fraquinhas, inhas, e eu sempre ali a 100 km/h antes que a tempestade chegasse ao meu poiso e o rádio não dá, cabrão do c*****o, e as luzes que iluminam a estrada deixam de dar. Filho da puta, penso eu, sem asterisco sem nada. E nisto, neste nanosegundo, o cabrão do carro pára.

E pronto, amiguinha, obrigada pelo empurrão no meu carro. Que lá ficou, inerte, o cabrão.

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queremos demais

O nosso problema, disse ela, é querermos demais da nossa vida.

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good luck and good night

Não tenho tido nada para dizer, a não ser aquela da professora maluca que tem dado muito assunto aos bloggers mais ou menos inspirados deste país. E já há alguns blogs que se dizem anti-moda por não falarem da referida professora, mas o que é certo é que falam, nem que seja para dizer que não o fazem. Vai haver uma festa aqui neste antro de porcos assados e não me apetece ir, para não ir tenho de ir para casa da minha mãe, o que é igual a colinho e a bolinho que a minha mãe faz bolinho para a sua filha rechonchudinha. Se a minha mãe não me disser que estou mais magra vou ficar desiludida que até tenho andado a ter cuidado com a alimentação, se bem, que hoje mandei uma fatia de salame, de péssima qualidade, já agora, e um snickers, que se tivesse o triplo do tamanho não só me teria morto à sede, como teria custado o triplo do preço (reparem nesta piada fantástica, reparem). Agora querem saber o que me tem acontecido, querem? A minha vizinha, que é fantástica, deu-me sopa, muita sopa, e boa sopa. A minha outra vizinha teve uma filha. Conheci uma pessoa interessante através do twitter. E essa pessoa disse-me que eu não parecia gostar muito do meu trabalho e isso fez-me pensar porque eu dantes gostava, eu dantes era feliz e acordava prontinha para ir para O meu trabalho e agora, e foi preciso essa pessoa fazer essa afirmação em jeito de pergunta, eu descobri que já não o sou, já não o sou há muito tempo e ainda não tinha chegado a essa conclusão. O meu boss e eu, estamos infelizes, queremos que tudo funcione de uma forma completamente diferente aquela que realmente tem funcionado. Diz-me ele, o meu boss, que somos demais para isto. Para aquilo. Somos demais, somos maiores. E é por não estar completamente sozinha ali é que ali continuo, mesmo que agora, só mesmo por agora, me sinta a definhar.

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O estado do ensino em Portugal

Maio 19, 2009 lilystrange 4 comments

É impressionante que uma professora de História, lá no Norte do país, e que andou, e passo a citar, 12 anos na escola mais 4 na faculdade mais 2 no estágio mais 2 na pós graduação e 1 na especialização , diz metestes.

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we could be heroes

Maio 18, 2009 lilystrange 1 comment

LINDACARTO

for just one day.

E em ontem fui a Lisboa para ir buscar uma amiga e fiquei lá até hoje e sinto falta de tempo para mim e amanhã vou aturar gente parva e não me apetece nada nadinha nem dormir nem acordar nem fazer nada nada nada e o que eu quero apenas é sopas e descanso e conversas no msn que eu sou pessoa de me entreter sem pôr vírgulas nem pontos finais

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new job

Maio 13, 2009 lilystrange 3 comments

Uma amiga minha fala-me das coisas que a revoltam e como está triste com esta e outra situação. Faço o melhor que sei e posso, tento mostrar que, mesmo longe, estou do lado dela e que a apoio incondicionalmente e que ela é, como já lhe disse, uma pessoa que adoro e estimo.

Uma amiga minha liga-me e diz-me “A minha vida está uma meeeeerrrddaaaa” e combinamos jantar amanhã para eu a ouvir, para ela deitar cá para fora o que a magoa.

Uma amiga minha tem o coração em cacos, estou no carro com ela à rasquinha para fazer o xixi e ela fala fala fala, deita tudo cá para fora, tenho o xixi mas não interessa, estou aqui para ti.

Tenho para mim que dava boa psicóloga, conselheira emocional, mesmo com a bexiga a rebentar de xixi. Digo muitas vezes ao homem da minha vida que tenho de lhe dizer que gosto muito dele todos os dias porque tenho medo que ele se esqueça. E é isso mesmo que eu digo às minhas amigas, que eu estou do lado delas, quer seja para ir comer percebes e imperial, quer seja para estar a ouvir pela enésima vez, porque é que as coisas deixaram de funcionar.

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Oh

O twitter está em manutenção. E agora? O que é que uma pessoa faz? Desliga o computador e vai ter com pessoas? E conversa e tudo? E pode atingir os 140 caracteres?

Um longa e penosa hora.

E onde está a minha gente do MSN?

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La pobresse

Maio 11, 2009 lilystrange 1 comment

Sei quais são as melhores roupas, os melhores sapatos, os melhores móveis e trens de cozinha. Conheço os melhores restaurantes, os melhores sítios de petiscos, os melhores bares e discotecas, sei onde existe o bolo de aniversário perfeito. Sei comer bem, beber bem, vestir bem e viver bem.

Então porque raios é que eu sou pobre?

FDS.

(momento Justin Suarez)

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Factos

Maio 9, 2009 lilystrange 1 comment

. Sabemos que talvez passemos demasiado tempo online quando os maiores carinhos e palavras de conforto nos chegam através do twitter e do msn.

. Sabemos que devemos comprar cortinados para casa quando o vizinho pára à nossa janela para nos cumprimentar.

. Sabemos que o homem das nossas vidas nos vê como amigas quando vamos, juntos, comprar velas para iluminar o ninho de amor da sua nova namorada.

. Sabemos que somos mentirosas até ao infinito quando combinamos com o homem das nossas vidas um lanche num sítio que não sabemos muito bem onde é e quando ele nos liga a perguntar onde estamos, dizemos que estamos a chegar, mesmo quando não sabemos sequer o nome da localidade onde nos encontramos.

. Sabemos que gostamos muito de rambóia quando, e apesar de querermos estar em casa deprimidas até à lua, nem hesitamos em aceitar um convite para ir sair.

. Sabemos que não temos capacidade de organização quando toda a roupa que nos assenta como uma luva está no estendal.

. Sabemos que somos burras que nem calhaus quando isso acontece, precisamente, no dia mais chuvoso do mês.

entre outras coisinhas

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A conversa da hora de almoço

Maio 4, 2009 lilystrange 3 comments

- Podeis ser todos machos-alfa que não deixam de ser uma cambada de tótós.

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felicidades e coisas

No jornal da noite na SIC, uma senhora de 80 e muitos anos, solteira por opção, e passo a citar, “não tinha vocação para me casar, não tinha vocação para ser freira”, considera-se a pessoa mais feliz do mundo porque a felicidade, segundo ela, é fazer os outros felizes.

E isto fez-me pensar. E até que ponto é que a nossa demanda em fazer os outros felizes não é, apenas, um ataque de egoísmo? E eu nem estou a falar da referida senhora, que me parece ter tido a vida que desejou e muito desejou, estou a falar de mim. E porque o homem da minha vida me diz, mais vezes do que aquelas que eu gostaria de ouvir, que quando eu digo fazer tudo por ele, ele responde-me que eu faço tudo o que eu acho que está bem para mim, sem respeitar lá muito o que ele realmente quer. Talvez seja só uma egoísta de merda.

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Parabéns, Paul Banks

Paul Banks

Se fazes um álbum como certas e determinadas bandas idoletradas por moi-même, esquece o dentinho de ouro.

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Grande grande grande

PJ harvey casa da musica 5 horas de viagem oh pra cá, 5 horas de viagem oh pra lá.

nem que fosse a pé e demorasse 100.

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ai a jeropiga

Em Braga. E porquê em Braga? Porque hoje é a PJ Harvey na Casa da Música e porque há saudades a matar daqueles amigos de sempre. Porque a internet não chega para encurtar distâncias, porque partilhar uma garrafa de vinho é já, por si, uma alegria enorme. Então pus-me num autocarro, por motivos, digamos, económico, e enfrentei estoicamente os bimbos mais bimbos que os meus lindos olhos verdes alguma vez viram. O líder, meio metro, que tinha andado à porrada com, e passo a citar, “um drugado de primeira classe” e o outro, mais novo e mono neurónio, mas com um belo cabelo encaracolado preso com uma bandolete, que achava que a cena que mais distinguia tal trupe era, nada mais nada menos, que o riso à atrasado mental.

E hoje vamos rumar à PJ Harvey.

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