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Archive for the ‘começo’ Category

Sr. Doutor

Junho 25, 2008 lilystrange 3 comments

deu-me na cabeça de forma extremamente polite, afinal é para isso que pagamos. Estou algures entre “o sr. dr. tem razão” e “como raio irei pôr em prática as sugestões do sr. dr. com as quais concordo plenamente e que irão, definitivamente, mudar a minha vida”.

Da teoria à prática vai muito, como todos nós sabemos. Especialmente quando envolve a minha imposição de valores, sentimentos e tudo o mais, quando eu sou muito estúpida no que diz respeito a isso. Mas lá está, provavelmente até isso é uma profecia auto-realizável que eu fomentei ao longo da minha vida, uma coitidificação.

Deixemo-nos de coisas e acreditar e fazer uso do que a minha mãe todos os dias me diz. “Tira os olhos do chão, olha em frente”. E é isso.

Categories: Mãe, começo Tags:

32 anos

Dezembro 20, 2007 lilystrange 2 comments

Faz hoje 32 anos que os meus pais se casaram. E viveram às-vezes-não-tão-felizes até hoje.

Faz hoje 26 anos que fui baptizada. E tenho vivido bem até hoje. Às vezes dá-me umas coisas mas olha, é assim a bidinha. Mas os momentos maus têm sido, quase sempre, compensados pelos momentos bons e mesmo que a balança se desequilibre para os momentos maus, normalmente salto para o outro prato para contrabalançar.  A vida volta e meia é meia filha da puta. Mas para puta, puta e meia.

E isto parece sei lá o quê.

Lamechas moment.

Categories: Mãe, coisas, começo

Maybe I don’t belong here

Ontem entrei no carro duas ou três vezes e o que estava a dar? “No I in threesome” dos Interpol. O que é que isto quer dizer??

Que o meu futuro pertence a Nova Iorque.

Fund raiser.

Categories: começo

And so it is

Outubro 29, 2007 lilystrange 2 comments

como já haveis reparado, a inspiração, ou a falta de, chegou a este blog. Não me apetece actualizá-lo, pouco ou nada tenho a dizer, o meu pai continua a não ser o presidente do BCP apesar de partilhar o mesmo apelido sem a parte do Jardim, não ganhei o euromilhões, também não joguei, não me desapaixonei mas também não me apaixonei novamente. Pouco ou nada tenho a dizer e eu queria que fosse muito. Queria chegar e dizer Oh minha gente, às 20h no Luca, pago eu! Queria chegar e dizer Oh minha gente, dia __ no Palácio da Pena caso com o homem da minha vida! (já escolhi o sítio, já escolhi o homem, só me falta mesmo escolher o dia e ele dizer que sim e tudo).

Toca a todos, a inspiração, ou a falta de. São períodos que podem durar 2 dias, 3 meses ou 1 ano.

Acabei de ler no outro dia o The Secret que comecei a ler por causa do homem da minha vida. Não, não julguei que podia fazer com que ele se apaixonasse por mim através do bendito segredo. Comecei a ler porque eu achei que devia ler. Mais do que o “livro da moda”, é um livro interessante e que de certa forma dá razão à minha maneira de ser e de existir. Já tinha dito aqui o que eu acho sobre ressentimentos, sobre perdões e sobre o “ser grande”. Ser grande não é só preencher os documentos do IRS todos os anos. Não é só descontar para a segurança social. Ser grande é saber perdoar, saber estar de bem connosco próprios, saber aqueles que nos querem bem, saber aqueles que nos usam a seu bel-prazer. Com o Segredo aprendi que sim, tenho razão. Ser grande é ter dentro de nós um mundo, o nosso mundo. E torná-lo habitável, para nós e para os outros. É no meio deste Big Bang que me encontro. E a tornar o meu mundo habitável, para mim e para quem eu quero que dele faça parte. E é nesta luta que me encontro. E não sei se haverá lugar para este blog. Talvez seja só uma questão de dias. Ou não.

Até breve. Mas para terminar…

Para ser grande, sê inteiro: nada
Teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa. Põe quanto és
No mínimo que fazes.
Assim em cada lago a lua toda
Brilha, porque alta vive

Ricardo Reis

Categories: começo

deixem-me estar

Outubro 2, 2007 lilystrange 2 comments

ME

sossegada.

I need time.

And space.

Photo by kodakwhore 

Eu andei a mexer na foto.  Sozinha.

Se eu fico doente

a culpa é dos senhores da CP, com o ar condicionado a 10º negativos numa noite mais ou menos arrefecida. E dói-me a garganta e doem-me as costas. Se calhar são efeitos do jet-lag.

Dado que pouco mais tenho a dizer acerca da minha condição física, vou ali praticar a Lei da Atracção.

O Paul Banks que se cuide. E não digo mais nada.

Categories: começo

O post número mil

Junho 27, 2007 lilystrange 9 comments

Este terá de ser um post especial. Por isso, vou começar do início.

Comecei nestas coisas de blog já há uns anos, primeiro num servidor brasileiro. Sempre gostei de escrever, posso não dizer nem uma coisa certa, posso ter (e tenho) um problema grave de pontuação, que estou, aliás, a tentar solucionar, posso ser muita coisa, mas sempre gostei de escrever. Então comecei a escrever. Depois descobri o blogger, e pimba, comecei uma coisa à séria. Inicialmente para escrever em inglês depois fartei-me e vai de português que é o que a malta gosta… ou não. Mas é, sem dúvida, o mais fácil e se em português já mando calinadas que valha-me deus, em inglês nem queria imaginar. Arranjei um nome para o blog, LOVE WILL BE YOUR DEATH, que ainda agora se mantem porque gosto muito de ser assim coerente. A frase vem de um texto do Billy Corgan (pasmem!!!) e o motivo do nome é porque me parecia lógico. E dá aquele ar dramático à coisa e tudo. Então estive no blogger durante algum tempo (leia-se anos), chateada porque toda a gente que pesquisava por aquela senhora cantora que tinha um site em que aparecia de cuecas mudei para outro blog dentro da plataforma blogger, chateada porque me hackearam o email, mudei para o wordpress. E agrada-me aqui. É quentinho.

Ao longo de 1000 posts disse muita treta. Mas muita mesmo. Quem aqui veio conheceu um pouco de mim, e talvez nem tenha conhecido nada de especial mesmo. Conheci algumas pessoas através do blog, pessoas que liam e gostavam do que escrevia, pessoas que liam e se identificavam com o que escrevia. De qualquer das formas, nunca, em tempo algum, pensei escrever directamente para que fosse lido massivamente. Gosto que me leiam, se o que escrever for idêntico ao que as pessoas sentem tanto melhor. É sinal de que não estou sozinha. E assim tem sido, poderam apreciar os meus momentos de tristeza, as minhas loucuras, a minha euforia, as minhas paixões. Em suma, todas as pessoas que têm lido o blog poderão, acima de tudo, acompanhar o meu crescimento… e não estou a ser pretensiosa quando o digo. Nos últimos anos cresci muito. Cresci mais do que estava à espera, cresci muito mais do que seria razoável crescer. Tanta cabeçada na parede, tanto desgosto, tanto problema, misturados com alegrias e felicidades normalmente dão em alguma coisa. Eu acho que cresci. Já não sou a estudante universitária que ia para a Sala de Computadores da Nova, sou uma criancinha no mundo dos adultos que luta para ter a vida que alguma vez sonhou ter. Ainda estou longe do sonho, mas estou bem mais perto. Continuo com os meus vícios, com as minhas obsessões que só o deus nosso senhor me poderá tirar, continuo com os meus erros gramaticais, mas sou uma outra pessoa. Se sou melhor ou pior, só aqueles que me conhecem o dirão.

Ao longo de 1000 posts escrevi o que me ía na alma. Pode ser irrelevante. Mas é tudo meu. Muito meu. Se perde o sentido, se daqui a um ano me parece, a mim mesma, uma idiotice pegada, quando escrevi era o que queria, era o que sentia. Era o que me angustiva, atormentava, alegrava e fazia feliz.

Agora vão os agradecimentos, que isto é bonito é com agradecimentos:

Diana, Marta, Cátia, Rosana, Vanda, Mara, Renato, Luciana(estas últimas seis pessoas viveram comigo, fisicamente, durante o período deste blog, estas últimas oito pessoas viveram comigo em todos os aspectos), Catarina, Paula, Paulo, Ana, Cátia, Susana, Marina, Xana, Tiago, Rita, Vera, Maria Porto, Karl, a minha mãe e o meu pai, a minha irmã, o meu sobrinho LINDO LINDO LINDO, os meus colegas de trabalho e os meus amigos em geral que são muitos para dizer mais. E quero também agradecer a todos os que me linkam, como o Gonn1000 e a Mei, entre outros.

Quero deixar também uma palavra de apreço ao meu Adónis que é fonte de inspiração e que tem sido o causador de grandes momentos de felicidade nos últimos 18 meses e também de alguma angústia.

Quero também dizer que não vou acabar com esta coisa, apesar de assim parecer, e daqui a pouco já estou a pôr o post número 1001 e assim sucessivamente, mesmo que ninguém esteja por aí para ler.

Para terminar, não vou aqui deixar uma citação em latim, porque é chato mostrar aqui a minha superioridade intelectual (olá modéstia), mas vou ali encontrar uma coisita do meu poeta preferido.

Eu nunca fiz senão sonhar. Tem sido esse, e esse apenas, o sentido da minha vida. Nunca tive outra preocupação verdadeira semnão a minha vida interior. As maiores dores da minha vida esbatem-se-me quando, abrindo a janela para dentro de mim, pude esquecer-me na visão do seu movimento.

Fernando Pessoa “O Livro do Dessassossego”

Categories: coisas, começo

15 000 Visitas a este antro

Maio 6, 2007 lilystrange 6 comments

Verdade. 15 000 visitas, ou pageloads, ou o raio que o parta. Curiosamente, ou não, o visitante n. 15000 veio do blog que mais visitantes trouxe aqui a esta coisa, a tua amiga.

Sobre a decisão de ter um blog.

Isto começou há alguns anos, noutro blog que já não existe, quer dizer, o link existe, mas o histórico passou para um ilustre desconhecido a que supostamente ninguém terá acesso. Porque é que pus nas entranhas a net esses anos? Porque decidi começar do zero, como aconteceu com a vidinha real. Sempre gostei de escrever e por isso comecei a fazê-lo num sítio onde os meus amigos poderiam ler. Comecei os blogs para os meus amigos lerem, o facto de agora gente que não conheço me ler periodicamente vem por acessório. E confesso que me alegra ter feedback, de ter esporadicamente uns emails a dizer que gostam do blog, de ter uns quantos contactos de MSN que vieram até mim através do blog. Gosto porque também sou um bocadinho exibicionista, e quem não o é.

Aproveito para agradecer aos meninos/as (ou no singular) da COSEC que aqui vêm todos os dias úteis, assim como os meninos/as da Câmara Municipal de Lisboa que também aqui passam de vez em quando (será o Sr. Eng. Carmona?), a uns estudantes da Universidade do Porto (és tu, Xana?), e mais os outros que não sei de onde são.

Aproveito também para recomendar blogs que leio quase diariamente, além dos que estão ali ao lado.

Pecado da Preguiça – onde a menina Susana Romana escreve. Menina que, por sinal, foi um dos jovens talentos entrevistados para o Expresso aqui há uns meses e que colabora nas Produções Fictícias.

Estado Civil do Pedro Mexia, sobre o qual se escreveu n’O Mundo Perfeito

Corpo Dormente do Bruno Nogueira. O que é que eu hei-de dizer mais sobre este?

Sem querer penso da Tânia Serra e que é fantástico. A Rita Ferro Rodrigues escreveu sobre este há pouco tempo, salvo erro.

Lightning is My Girl da Melissa auf der Maur. Essa mesma. Cuidado com as colunas.

Girl with a one-track mind- Lascivo. auf englisch.

Cenas de Gaja – comecei a ler porque me disseram que era um je ne sais quoi de ridículo. Acho que é muito bem escrito e de ridículo tem pouco. Ou nada.

Blog do Sininho – o gato da Marta. É lindo.

Tradução Simultânea – Leio poucas vezes. Mas não devia.

Bomba Inteligente – o título é tudo menos humilde. Mas quando se lê, it couldn’t be better.

Rititi – virou livro. É giro.

E por agora é tudo.

Até já.

Running Up That Hill

It doesn’t hurt me.
You wanna feel how it feels?
You wanna know, know that it doesn’t hurt me?
You wanna hear about the deal I’m making?
You *be running up that hill*
You and me *be running up that hill*

And if I only could,
Make a deal with God,
And get him to swap our places,
Be running up that road,
Be running up that hill,
Be running up that building.
If I only could, oh…

You don’t want to hurt me,
But see how deep the bullet lies.
Unaware that I’m tearing you asunder.
There is thunder in our hearts, baby.
So much hate for the ones we love?
Tell me, we both matter, don’t we?

You, *be running up that hill*
You and me, *be running up that hill*
You and me won’t be unhappy.

And if I only could,
Make a deal with God,
And get him to swap our places,
Be running up that road,
Be running up that hill,
Be running up that building,
If I only could, oh…

‘C’mon, baby, c’mon, c’mon, darling,
Let me steal this moment from you now.
C’mon, angel, c’mon, c’mon, darling,
Let’s exchange the experience, oh…’

And if I only could,
Make a deal with God,
And get him to swap our places,
Be running up that road,
Be running up that hill,
With no problems. x2

‘If I only could, be running up that hill.’ x7

Kate Bush

Post escrito no telemóvel

A ver se isto funciona. Autocarro Lisboa-Porto. No meu tempo, a visão dava para ter leitura para uma semana, agora, depois de Fátima já repito reportagens. Será que isto funciona ou vai ser tempo perdido? (N.P.: foi). Passagem de ano dentro de horas. Amanhã grande parte do mundo vai dizer que deixou de fumar, vai começar a ir ao ginásio 3 vezes por dia e filhos da puta dos aumentos. Amanhã, se calhar, ao fim do dia continua a ser a mesma rotina de há 5 semanas atrás, com a diferença de que ainda se está a recuperar do susto de quase se ter morrido engasgado por uma passa que violentamente se atirou para o bucho a pedir desejos que já não se lembra mas que quase que aposta que tem a ver com a loura do gás e na queca que há anos deseja. Ou o euromilhões que dá quecas aos molhos.
O meu desejo é que aquele maldito champô de 15 euros e que supostamente alisa o cabelo não me deixe o cabelo à la Robert Smith. E que a Rita Ferro Rodrigues diga mal do meu blog na coluna na Actual do Expresso. Que diga mal. Não gosto das considerações que ela faz sobre blogs. E que eu continue no bom caminho.
E que toda a felicidade e sorte do mundo seja a dele. Porque compõe a minha.

Categories: começo, o amor é fdd

Novo Ano

Dezembro 29, 2006 lilystrange 3 comments

Todos os anos faço uma listinha de coisas que vão reger o novo ano. Normalmente dão em nada. Mas Mas… Lá vai.

#1 – saltar da cama assim que o despertador toca
#2 – comer fruta de manhã
#3 – deixar de fumar
#4 – não ficar até às tantas da madrugada a ver o Dr. House
#5 – tentar angariar dinheiro para um gravador de DVD, que já tem baratos
#6 – comprar uma caixinha com fechadura e uma ranhura para enfiar dinheiro lá para dentro.
#7 – entregar a chave a alguém.
#8 – não desgraçar uma média de 4 cartões multibanco por ano.
#9 – ser muito organizadinha
#10 – não me deixar afectar pelas cabras deste mundo.
#11 – dizer não, não quero. não, não me apetece. não, não vou fazer tudo o que me pedem só porque não consigo dizer não.
#12 – quando for passar o fim-de-semana a casa ou a algum lado… pá, levar o carregador de telemóvel.
#13 – tentar ler mais um bocadito.
#14 – começar tipo hoje.

Categories: começo

É só mais um começo

18 de Setembro. Mais um blog, a começar do zero porque é do zero que me apetece começar hoje, que faço 25 anos e que sinto já umas pontitas de reumático.

Tive umas experiências nos últimos dias que me puseram a pensar, que me fizeram feliz, que me puseram apreensiva e tudo mais alguma coisa.

tu dizes que me amas mas amas uma pessoa que não conheces.



Amigas grandes que popularam o meu aniversário. Mesmo que tivesse sido antecipado, quando há vontade…

Viagem muito grande de comboio. O senhor que ia ao meu lado roncava.

Hoje. 25 anos faço eu. Zanga logo de manhã com energúnemo que pensa que ganho alguma coisa em reter-lhe dinheiro. Tenho um grave problema de afirmação. Grave mesmo.
O problema não pode ser só a educação de neandertal do gajo.

Categories: começo

O dia do nascimento

Nasci neste dia, às 2 e 30 da manhã na maternidade do Hospital de Torres Novas, depois da minha mãe se ter chateado com o meu pai, que entendia que deviam ir para o hospital, mas ela queria acabar de ver a novela. Nasci com 3,450kg e 49 cm.

Linda.