Oh meu senhor, quanto é que custa um escape?

Ora bem, o escape do carro não é tão linear quanto isso. Depende se o carro tem o catalisador, o ABS, se é a panela do meio se é a panela de trás. O meu budget para arranjar o carro é de aproximadamente 150 euros, o que, por acaso, é um terço do valor comercial do carro. Trivialidades.

E então quanto é que custa um escape? Menina, se for só a panela de trás é 70 euros, se for todo é uma fortuna. 

Qual é o valor da fortuna? Pelo sim pelo não, ando a rezar para ganhar o híbrido do Expresso que eu sou amiga do ambiente apesar de agora andar sem escape, e já gastei 4 euros em euromilhões e afins.

O que me falta para o carro então?

– Depósito de gasolina

– Escape (qual panela é que eu não sei)

– Pneus da frente

– Correia de distribuição

– Rolamento da roda direita dianteira (pareço uma profissional)

E parece-me que é só. E isto é coisa para derrapanço no orçamento. Vou ali gritar um F*****

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FYI

A Lei 37/2007 de 14 de Agosto aprovou as normas para a protecção dos cidadãos no que diz respeito à exposição involuntária ao fumo do tabaco, bem como as medidas de redução da sua procura e a cessação do seu consumo. As regras são apertadas para fumadores e estabelecimentos mas permitem algumas excepções. No entanto todos têm o direito de exigir o cumprimento da Lei.
É permitido fumar:

1. Nas áreas ao ar livre;

2. Nas áreas de serviço e postos de abastecimento de combustiveis ao ar livre, excepto nas zonas onde se realiza o abastecimento de veículos;

3. Nas áreas descobertas dos barcos afectos a carreiras marítimas ou fluviais

Sinalização e requisitos:

As áreas onde é permitido fumar deverão estar sinalizadas pelas entidades competentes, mediante a afixação de um dístico com fundo azul.

Estes espaços, destinados apenas ao acto de fumar, deverão estar fisicamente separados das instalações onde é proibido fumar;

Deverão estar equipados com dispositivos de ventilação directa para o exterior que proteja dos efeitos do fumo os não fumadores.

Os sistemas de extracção de fumo custam em média dois mil euros.

É proibido fumar:

1. Nos locais onde estejam instalados orgãos de soberania, serviços e organismos da Administração Pública e pessoas colectivas públicas;

2. Nos locais de trabalho e nos locais de atendimento directo ao público;

3. Nos hospitais, clínicas, centros e casas de saúde, consultórios médicos, postos de socorro e outros similares, laboratórios, farmácias e locais onde se dispensem medicamentos não sujeitos a receita médica;

4. Nos lares e outras instituições que acolham pessoas idosas, ou com deficiência ou incapacidade, bem como nos infantários, creches e outros estabelecimentos de assistência infantil, lares de infância e juventude, centros de ocupação de tempos livres, colónias e campos de férias destinados a menores de 18 anos;

5. Nos centros de formação profissional e estabelecimentos de ensino, independentemente da idade dos alunos e graus de escolaridade, incluindo salas de aula, de estudo, de professores e reuniões, bibliotecas, ginásios, átrios e corredores, bares restaurantes, cantinas refeitórios e espaços de recreio;

6. Nos museus, colecções visitáveis e locais onde se guardem bens culturais classificados, nos centros culturais, nos arquivos e nas bibliotecas, nas salas de conferência, de leitura e de exposição;

7. Nas salas e recintos de espectáculos bem como noutros locais destinados à difusão das artes e do espectáculo, incluindo antecâmaras, acessos e áreas contíguas;

8. Nos recintos de diversão e recintos destinados a espectáculos de natureza não artística bem como nos recintos das feiras e exposições ;

9. Nas zonas fechadas das instalações desportivas;

10. Nas grandes superficies comerciais e nos estabelecimentos comercias de venda ao público;

11. Nos estabelecimentos hoteleiros e outros empreendimentos turísticos onde sejam prestados serviços de alojamento;

12. Nos estabelecimentos de restauração ou de bebidas, incluindo os que possuam salas ou espaços destinados a dança;

13. Nas cantinas, refeitórios e bares de entidades públicas e privadas destinadas ao respectivo uso pessoal;

14. Nas áreas de serviço e postos de abastecimento de combustiveis;

15. Nos aeroportos, estações ferroviárias, estações rodoviárias de passageiros, nas gares marítimas e fluviais e nas instalações do metropolitano, desginadamente nas estações terminais ou intermédias, em todos os seus acessos, estabelecimentos ou instalações contíguas;

16. Nos veículos afectos aos transportes públicos urbanos, suburbanos e interurbanos de passageiros, bem como nos transportes rodoviários, ferroviários, aéreos, marítimos e fluviais, nos serviços expressos, turísticos e de aluguer;

17. Nos táxis, ambulâncias, veículos de transporte de doentes, teleféricos, elevadores e ascensores;

18. Nos parques de estacionamento coberto;

19. Nas cabinas telefónicas fechadas;

20. Nos recintos fechados das redes de levantamento automático de dinheiro;

21. Em qualquer outro lugar onde, por determinação da gerência ou de outra legislação aplicável, designadamente em matéria de prevenção de riscos ocupacionais, se proíba fumar.

Sinalização e requisitos:

A interdição ou condicionamento de fumar deverá ser assinalada pelas entidades competentes, através a afixação de distícos com fundo vermelho que contenham o montante da coima máxima aplicável aos fumadores que violem a proibição.

Portugal, mais do que uma paixão

É este o título de destaque do Expresso, na página do Clix. Pensei que fosse um artigo a enaltecer o país, a dizer-nos que afinal há coisas que valem a pena, que sim, moramos no cu do mundo, mas temos um país engraçado e interessante. Mas não.

Se há paixão no futebol, nenhuma se compara à vivida em torno de uma selecção. Quando Portugal joga não há rivais, não há nada. Há a vontade de ver o país ganhar. Independentemente de fervores clubísticos, naqueles momentos somos todos Portugal.

Oh p-li-ze.

Ora bem, o que devem ler é isto – A despedida do Gato Fedorento

Tudo o que fizeram surgiu com um único propósito: o humor. Mas, em jeito de balanço, é bom recordar que a influência (mesmo que inadvertidamente) esteve sempre lá. O sketch que ridicularizava Marcelo Rebelo de Sousa, por exemplo, fez mais pelo «Sim» ao aborto do que qualquer campanha, asseguraram, na altura, muitos colunistas. As sátiras a José Sócrates incomodam mais o primeiro-ministro do que as intervenções da oposição. Uma piada sobre Pinto da Costa valeu-lhes um processo judicial (apesar de o Ministério Público ser pelo arquivamento, o presidente do FC Porto tornou-se assistente e o caso prossegue). O cartaz que gozava com os nacionalistas do PNR provocou uma séria discussão política, que levou até Pacheco Pereira a dizer que…

RAP: … a questão essencial era que aquilo deu mais visibilidade ao cartaz dos nazis. Mas é óbvio que nenhum de nós é adepto da ideologia daqueles gajos…

ZDQ: Embora vistam muito bem.
TD: O preto nunca sai de moda.